13 de fevereiro de 2012

Aprendendo com os gansos

Imagem: Blog fogoterra1
Quando os gansos selvagens voam em formação "V", eles o fazem a uma velocidade 70% maior do que se estivessem voando sozinhos. (É que à medida que cada pássaro bate suas asas, é criada uma "sustentação’’ para o pássaro que o segue). Quando o ganso que está no ápice do "V" fica cansado, ele (ou ela) passa para trás da formação e outro ganso voa para a posição de ponta.

Durante o vôo, os gansos da retaguarda grasnam para encorajar aqueles que vão a frente a manterem suas velocidades.

Os gansos acompanham os fracos. Quando um deles fica doente ou ferido ou é abatido, no mínimo outro ganso sai da formação e segue-o na descida, para ajudá-lo e protegê-lo. Ele permanece na sua companhia até que ele possa voar novamente. Então ele vai em busca de uma outra formação ou se integra ao próprio grupo.

Sendo parte de uma equipe, nós também podemos utilizar adequadamente os recursos disponíveis, para que o fruto do nosso trabalho ganhe em qualidade.

Se tivermos senso de comunidade como os gansos, saberemos revezar-nos na execução das tarefas difíceis compartilhando uma direção comum.

Da próxima vez, ao ver uma formação de gansos voando, lembre-se que é uma recompensa, um desafio e um privilégio fazer parte de uma equipe.

1 de novembro de 2011

Direito a participação da Juventude

Relatório produzido após um intenso estudo sobre o direito a participação da juventude

Facilitadores: Adalberto Felix e Maithan Mayer
Relator: Marcos Wandrei

A roda de conversa se iniciou com a apresentação dos participantes, nome e atividade a qual participa. Em seguida fizeram a leitura conjunta do texto base do Eixo 5 (Juventude e Participação). 

A discussão teve início com as opiniões sobre as Conferências que contemplam pautas da Juventude, os avanços desde as primeiras edições e como as bandeiras são abordadas nessas conferências. 

As discussões se desenvolveram com assuntos desde a atuação das Organizações juvenis dentro das políticas sociais em contraponto com a política que vivenciamos. 

A importância do jovem dentro dos partidos na fomentação de um debate atualizado e democrático, que é limitado devido às burocracias de acesso do jovem nos cargos do partido, e principalmente com a “familiocracias”¹ presentes dentro dos mesmos. 

Debates relacionados à ampliação da participação do jovem foram: 

A conscientização política mais presente nas escolas, com informação sobre partidos, histórico, fatos, atribuições e acesso; 

A criação de comissões da juventude como entidade fiscalizadora e facilitadora da comunicação e participação do jovem aos debates. 

O repúdio à idéia de se unificar as secretarias da Mulher, da Juventude, entre outras em um só órgão (Ministério de Direitos Humanos)
Levantamento das atuações do Conselho da Juventude, com a conclusão de que não funciona devidamente e nem garante a efetividade do estatuto da juventude. 

Falta conexão entre os conselhos, não havendo relação entre as pautas municipais, estaduais e nacionais. 

Foram levantadas questões sociais como o acesso do jovem ao espaço público urbano, assistência especial em questões de saúde, e melhor atendimento as atividades culturais promovidas pela juventude. 

Se há a indicação de delegados por partidos políticos para representação em Conferências foi questionada, e discutida a viabilidade. 

Por fim, as propostas do grupo foram: 

1° Implementação e Monitoramento das Políticas Públicas, já previstas em estatuto, voltadas à juventude; 
2° Criação do Fundo Nacional da Juventude; 
3° Criação do Ministério da Juventude. 

Os delegados encaminhados para a votação do representante para o Conselho Nacional foram: 
Jair Heuert 
Guilherme Damaceno 
Erveline Batista 
Manoela Marilda 
Pablo Henrique 
Antônio dos Reis – Poder Público

Matéria retirada do site: http://www.jairheuert.com/2011/10/direito-participacao-da-juventude.html#more